19
Jun

O "novo normal" dos restaurantes na era Covid-19

2020-09-30 10:18:15 |
231 Times |

Restaurantes, bares, padarias e muitos outros estabelecimentos foram pegos de surpresa pelo COVID-19 e tiveram que se adaptar ao que chamamos de “novo normal”.

Restaurantes, bares, padarias e muitos outros estabelecimentos foram pegos de surpresa pelo COVID-19 e tiveram que se adaptar ao que chamamos de “novo normal”.

O aparecimento do novo coronavírus, no final de 2019, obrigou o mundo a tomar medidas drásticas como o isolamento social. Tal medida impactou profundamente o comércio, e os  restaurantes foram fortemente golpeados por esse novo cenário.

A primeira adaptação necessária foi encontrar novas modalidades para fazer a comida chegar até seu cliente. A maioria das cidades que decretaram quarentena permitiram o funcionamento de restaurantes, padarias, mercados, lanchonetes como serviços essenciais, desde que não houvesse consumo no próprio local. Com isso, seus proprietários se viram forçados a adaptar seu modo de trabalho, implantando "delivery", "take away" e drive thru".

O “novo normal” do consumo

O consumo de produtos, serviços e comida está diferente. O “novo normal” é pedir tudo em casa e se for necessário sair, ao menos garantir que a compra seja rápida e segura. Algumas modalidades se tornaram peças chaves para a pandemia, como é o caso do delivery, o take away e o drive-thru.

Comprando por delivery

Na modalidade “delivery”, foi preciso aderir às plataformas de entrega que dominaram o mercado nos últimos anos. Por meio delas, o restaurante ganha visibilidade e volume de pedidos. Os hábitos de consumo que já vinham mudando e, com a pandemia, aceleraram seu processo, obrigaram os negócios do ramo alimentar que ainda não atendiam por aplicativos a  começar a trabalhar via plataforma.

Como funciona o take away

O “take away”, é em linguagem popular, “comprar para comer em casa”. Os aplicativos de delivery também oferecem essa opção aos seus usuários, assim como  muitos restaurantes que pensam na praticidade e também em não perder o público que  não é tão adepto às tecnologias.

O famoso drive-thru

O “drive-thru” era uma prática de grandes redes de fast food. Fora desse nicho, não era muito comum. Restaurantes maiores, com estacionamentos ou áreas próximas para estacionar passaram a adotar tal medida e conseguiram agilizar a compra e minimizar o contato entre clientes e funcionários.

Adaptações ao “novo normal”

Em alguns casos, os estabelecimentos tiveram inclusive que fazer adaptações estruturais em suas cozinhas para atender de forma eficiente o aumento de pedidos. Foi necessário instalar novos pontos de cocção, estações de trabalho e pias higiênicas. Essas mudanças precisaram ser projetadas por profissionais com conhecimento tanto de equipamentos quanto de legislação sanitária e todos os processos de uma cozinha profissional. Outro ponto importante também, foi o ajuste no cardápio e na redistribuição das atividades  da equipe, uma vez que algumas funções ficaram ociosas sem o público presencial.

Oportunidade na crise

Muitos viram na crise uma oportunidade de empreender e abriram seu próprio restaurante apenas em modo delivery. Pesquisas apontaram um crescimento de cerca de 30% entre março e abril em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Alguns estabelecimentos ampliaram suas atividades, passando de uma produção caseira para uma escala maior.

Uma forma criativa que bares encontraram para tentar se segurar em meio ao vendaval foi o sistema “adote um bar”, o qual o cliente compra uma espécie de voucher que poderá ser usado quando as atividades forem retomadas. Muitas pessoas se solidarizaram com a causa, já que os pequenos empreendedores são os mais afetados pela crise.

Ambas as situações necessitam de um planejamento estratégico, tanto financeiro como estrutural. E contar com apoio de uma empresa especializada em projetos de cozinhas profissionais, como a Maquinbal, pode ser decisivo para acompanhar a evolução do mercado.

Reabertura

No horizonte de algumas cidades brasileiras já se vislumbra a reabertura lenta e gradual dos comércios e serviços. O que não se sabe é quando o consumidor terá coragem de voltar a circular livremente pelos estabelecimentos. Para voltar a funcionar, restaurantes, bares, lanchonetes e padarias terão que cumprir uma série de protocolos de segurança.

Um deles é atender com capacidade reduzida em horários alternativos.

Para deixar essa e outras medidas mais claras, instituições como Sebrae e ABRASEL disponibilizaram em seu sites cartilhas educativas. Confira abaixo:

 

Guias Sebrae:

https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/retomada-segura-das-atividades-bares-lanchonetes-e-restaurantes,8fd433d8e7672710VgnVCM1000004c00210aRCRD 

https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/retomada-segura-das-atividades-panificadoras-e-confeitarias,d74ac7b4f4992710VgnVCM1000004c00210aRCRD

Leave a comment

0 Comentários

Make sure you enter the (*) required information where indicated. HTML code is not allowed.